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STORY-59: CONTRABANDO DE CALCINHAS

  • 3522045
  • 4 de jun. de 2022
  • 2 min de leitura

Quando surgiram as primeiras calcinhas de nylon , o governo brasileiro proibiu a importação do produto. Então a alfandega passou a controlar as bagagens femininas dos voos internacionais.

Num belo dia , após a aterrizagem de um voo de Paris , os fiscais estavam a postos.

A primeira passageira que teve sua mala vistoriada, foi acusada de contrabando por estar com 5 calcinhas de nylon. Ela argumentou:

- São de uso pessoal, uso uma na segunda-feira, outra na terça, outra na quarta, outra na quinta , outra na sexta, e no fim de semana vou pra praia, uso maiô, e não preciso de calcinhas.

O fiscal reconheceu que ela tinha razão e liberou-a. A mulher seguinte tinha 7 calcinhas de nylon.

- A senhora está fazendo contrabando!!

- Não estou não senhor, são de uso pessoal. Como eu não vou à praia no fim se semana eu necessito de 7, uma por dia.

- Realmente a senhora tem razão, me desculpe, está liberada.

A seguinte era uma portuguesa. Na mala doze calcinhas.

- Isto é contrabando, a senhora só precisa de 7, uma por dia!

- Não sinhore, estas enganado, são de uso pessoal, uso uma em janeiro, outra em fevereiro, outra em março


O INGRATO

- Então seu delegado, foi isso o que aconteceu. Esse homem é um ingrato. Ele bateu lá no portão da minha casa e me perguntou se eu tinha alguma coisa para dar. Eu busquei alguma coisa e dei para ele. O senhor acredita que esse senhor aí, depois de tudo que eu fiz, ele ainda jogou uma baita pedrada bem no vidro da janela da minha sala. Reclamou a dona de casa - Mentira dela seu delegado! Defendeu-se o acusado. - Como assim mentira! Tá vendo doutor? Além de ingrato ele é que é um mentiroso.

- Seu delegado quem está mentindo é essa senhora aí. O que eu joguei no vidro da janela da casa dela foi só o pão que ela havia acabado de me dar... Foi só isso.


 
 
 

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